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O consumo de aço no Brasil e no mundo está diretamente ligado ao crescimento econômico. Essa relação acontece porque o aço e seus subprodutos (tubos e chapas, entre outros) estão presentes intensamente em itens que usamos diariamente e em toda a infraestrutura do país.

Do carro ao navio, do móvel ao prédio, da geladeira à usina elétrica, utilizamos aço quase sem perceber. Assim, a cadeia produtiva da siderurgia, dinâmica e fundamental para o país, gera valor em diversas etapas, da mineração à logística.

O aço no nosso dia a dia: automóveis, máquinas agrícolas, estruturas de construção civil,
navios e até o fogão que a gente tem em casa.

O Brasil foi o 9º maior produtor mundial de aço em 2015 e tem vários desafios para melhorar sua capacidade competitiva.

Veja aqui uma síntese do atual panorama da cadeia do aço no Brasil e no mundo:

  • A produção mundial de aço em 2015 foi de 1,6 bilhão de toneladas;
  • O principal destaque foi a China, com 803,8 milhões de toneladas, seguida pelo Japão, com 105,2 milhões;
  • O custo da mão de obra e a valorização da moeda são pontos importantes para o Brasil melhorar sua competitividade;
  • Atualmente, há um excedente de capacidade de produção de aço no mundo;
  • Nesses quesitos, o país está menos competitivo do que Índia, China, México e Rússia;
  • A carga tributária sobre inversões de bens de capital chega a 46%, no Brasil, com impactos diretos na competitividade frente a outros países;
  • A diversidade de setores da economia que utilizam aço como matéria-prima dá mais dinamismo ao setor siderúrgico.

Fonte: Word Steel, Mckinsey

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Última atualização em 2014-08-12T11:18:36
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